sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

natureza morta

van Gogh morreria de inveja da natureza morta aqui de casa...

sábado, 18 de fevereiro de 2012

o verão tem dessas coisas também

Kundera

O futuro nada mais é do que um vazio indiferente que não interessa a ninguém,mas o passado é cheio de vida e seu rosto nos irrita, revolta, fere, a ponto de querermos destruí-lo ou pintá-lo de novo. Só queremos ser mestres do futuro para podermos mudar o passado.

Kundera, O livro do Riso e do Esquecimento.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

conceitos, defeitos sem jeito!

sábado, 7 de janeiro de 2012

Canção do vento e da minha vida

A wind-beaten tree. Van Gogh


(...)

O vento varria os sonhos
E as amizades…
O vento varria as mulheres…
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De afetos e de mulheres.

O vento varria os meses
E varria os teus sorrisos…
O vento varria tudo!
E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De tudo.

Manuel Bandeira

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

bandeira, always

A vida inteira que podia ter sido que não foi.

essa é a frase que ecoa na minha cabeça nos últimos tempos...

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Quintana

Pequeno Poema Didático

O tempo é indivisível. Dize,
Qual o sentido do calendário?
Tombam as folhas e fica a árvore,
Contra o vento incerto e vário.

A vida é indivisível. Mesmo
A que se julga mais dispersa
E pertence a um eterno diálogo
A mais inconseqüente conversa.

Todos os poemas são um mesmo poema,
Todos os porres são o mesmo porre,
Não é de uma vez que se morre…
Todas as horas são horas extremas!




-qual o sentido do calendário?